Foi um jantar logo na 6ªfeira, dia 23, no seu dia de aniversário. Como pessoa de pessoas que é, por ela tinha toda a família e amigos a celebrar lá em casa com ela
. Mas com as restrições impostas pela logística, teve de convidar "apenas" nós os 3 (eu, Bruno e Maria), os pais, os avós, os padrinhos, e os tios Catucha e Ferdy.
Com o trabalho a apertar (eis a razão pela qual este blog anda tão paradinho), só consegui chegar a casa dos meus pais mesmo às 20h30, mas o Bruno já lá se encontrava com a Maria há algum tempo. Aliás, ela até já tinha jantado!
E logo depois começaram as visitas todas a chegar e a mimar a princesa da família. A Maria recebeu imensas beijocas das bisavós e uma bela surpresa da tia Teté: um jogo-puzzle em cartão (numa caixinha de madeira), para encaixar diferentes personagens de acordo com as suas vestimentas. Da Imaginarium. Um jogo para maiores de 3 anos, mas que a Maria adorou (claro que ainda não o percebe bem). A tia Teté até esteve sentada no chão a mostrar-lhe como funcionava. E depois a avó.
O jantar decorreu muito animadamente, especialmente porque só quando as pessoas se foram sentar é que a avó percebeu que pusera 2 lugares a menos na mesa
. Barraca total, mas com risota e boa disposição (e vontade de se apertar um pouco mais) tudo se resolveu.
A Maria estava sentada na sua cadeira alta e foi provando um pouco de cada prato. Ela que já jantara e já andara a "engolir" amendoins e afins.
Com o apagar das luzes para cantar os Parabéns, a Maria salta para o colo do avô para assistir de perto ao soprar das velas. Fica sempre extasiada com as pessoas a cantar às escuras e com o momento de apagar as velas. E, claro, bateu palmas no fim, contente pelas palmas serem gerais e animadas (em casa, somos só 3 a bater palmas e nem sempre 2 de nós estão muito convictos).
Mas claro que a estrela gastronómica da noite foi o "Grande Imperial", bolo/doce que a madrinha pediu para ser o seu bolo de aniversário. A avó fez (é a sua especialidade) e estava com um aspecto óptimo. Tanto que a Maria nem conseguia desviar o olhar
das mãos da avó, que servia doses generosas aos convidados.
E foi aqui que aconteceu a asneira da noite: eu e Bruno comíamos sossegados num canto da mesa, e Maria sentada ao colo do avô. A avó serve-lhe uma dose pequena de bolo (cheio de mousse de chocolate fresca). Maria "limpa" a coisa num instante (come sozinha e sem se sujar) e pede mais. Digo para não lhe servirem muito. Maria "aspira" o reforço de chocolate e pede mais. Espreito do meu canto e digo para pararem de lhe dar doces. Mas a avó "só mais um bocadinho" (o avô até estava tentado a proibir, mas foi vencido) lá lhe deu mais umas colheres generosas. Eu já temia pelos níveis de açucar da miúda!
A festa chegou ao fim porque os convidados se sentiam cansados e a Maria também tinha de "recolher às boxes rapidamente", de tão estoirada (mas feliz da vida).
Foi um jantar muito alegre, cheio de gente animada, com boa conversa e boa comida, e com uma Maria a portar-se bem
. Ah, e com uma madrinha feliz com o presente que a Maria lhe ofereceu (mala da Desigual para fazer conjunto com o vestido).
E como previsto (e temido), a Maria até adormeceu bem rapidinho, mas às tantas da manhã acordou a gemer. "Queres isto?" e "Queres aquilo?" para aqui e para ali, e a coisa só acalmou quando ela vomita todo aquele chocolate extra que os avós "estragadores com mimos" lhe deram
. Para a próxima já sei: se os avós lhe fizerem a vontadinha com os doces, ficam com ela durante a noite. É que andar a limpar roupas e chãos às tantas da madrugada não é doce nenhum!
Fotos da parte boa da noite:
- Com a tia Teté a brincar com o novo jogo
- Com a avó idem idem aspas aspas
- Na conversa com o tio João
- Entre os avôs João (é um nome muito ouvido nesta família!)
- A soprar as velas com a madrinha
- A cobiçar uma fatia de bolo (olhar de "para mim também por favor!")




