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Das férias no Algarve: mimos de madrinha

Terça-feira, 30.08.11

Infelizmente este ano a madrinha não teve férias em Agosto, como o resto da família e 80% de Portugal (não tenhais pena que ela as terá em Setembro). Mas isso não significou que a Maria não tenha tido direito a dias de praia com a tia Nafi, já que esta aproveitou os fins de semana (mesmo com saída de banco!) para rumar à casa de férias e estar connosco.

E se os avós mimam a Maria até à exaustão, o mesmo se pode dizer da madrinha. E como é que esses mimos se traduzem? Também em beijinhos, claro, mas fundamentalmente em brincadeiras, jogos, correrias e cantigas. Às vezes nem se percebe quem é a mais velha...

 

As duas, sempre fantásticas:

1 - A ler uma história:

2 - A brincar na piscina: 

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Das férias no Algarve: mimos de avós

Terça-feira, 30.08.11

Durante a primeira semana no Algarve, estivemos só nós 3. A partir do fim-de-semana do meio os avós maternos juntaram-se a nós. Algumas coisas mudaram:

  1. passámos a ir para a praia de manhã um pouco mais tarde (porque a hora do pequeno-almoço ficou maior)
  2. passámos a sair da praia de manhã também mais tarde (porque os avós brincavam com a Maria enquanto eu e o Bruno íamos dar um passeio à beira-mar) - mas nunca passávamos do meio-dia!
  3. deixámos de levar chapéu de sol porque os avós alugaram colmo (e espreguiçadeiras, muito cómodo) - eu e o Bruno não somos finos
  4. alterámos duração das refeições (o avô adora preparar uns bons almoços "de praia", com gaspacho e sandes requintadas)
  5. eu e o Bruno tivemos mais tempo para nós
  6. ouvíamos "avó" e "avô" em alto som umas cinquenta vezes ao dia
  7. a Maria recebeu doses e doses extra de mimos!

Não tendo eu palavras suficientes para descrever esta relação apaixonada que a Maria tem com os avós, deixo aqui apenas alguns momentos destas férias que tão bem a ilustram:

1 - O sentimento protector, sempre:

2 - A vontade de a levar a brincar, a explorar e a divertir-se:

3 - Os beijinhos e miminhos constantes: 

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Das férias no Algarve: jantar fora (de casa)

Terça-feira, 30.08.11

Este ano ainda fomos mais caseiros que o habitual. Para além do espírito de poupança que fazemos por ter, o tempo ajudou a que jantássemos quase sempre em casa. Mas fora, ou seja, na varanda/ terraço. Quase sempre sem vento (nem brisa) as noites foram quentes e ajudaram a belas jantaradas. A Maria jantava habitualmente antes de nós, na sua cadeirinha colocada na mesa da varanda, ainda com alguma luz natural. Nós adultos jantávamos mais para o tarde, já com a Maria deitada.

Mas houve algumas saídas à marina (para almoço, para passeio, para lanchar gelado) e um jantar fora (dois, mas um deles foi sem Maria, que ficou com os avós enquanto os pais e a madrinha foram beber sangria e comer bifes).

E como é que a Maria se portou durante o tal jantar fora de casa? Um quase-sucesso. Não fosse a cena espectacular no fim do jantar e era nota 10. Mas recapitulando:

Tínhamos decidido (pais e avós) jantar fora, aproveitando o facto da madrinha ter vindo passar o fim-de-semana ao Algarve. Primeiro eu sugerira o Van Gogh, que infelizmente estava fechado. Acabámos por jantar no Il Lamparo (na marina), restaurante de que todos gostamos.

Antes do jantar, eu, o Bruno e a madrinha ainda levámos a Maria a dar uma volta pela marina (ah somos tão populares!), tentando não nos perdermos naquele maralhal de gente que é a marina em Agosto.

Já no restaurante ficámos numa mesa redonda, central, com a Maria entre mim e o Bruno, toda contente. Ah, e toda coquette! É que já que íamos jantar fora vestiu-se à maneira, estreando o vestidinho da Agatha Ruiz de la Prada oferecido pelos bisavós João e Fifina.

Durante o jantar a Maria portou-se bastante bem, mas quis provar de tudo um pouco: feijão verde, batatinhas, ratatouille... 

No final do jantar, já meio a cabeçear de sono, atira-se à sobremesa do pai: crumble de maçã com gelado. Resultado: queima-se com a tarte e engasga-se com o gelado, o que fez vir ao de cima... o quê? É isso: feijão verde (pedaços inteiros!), babatinhas, ratatouille...

O que nos valeu é que andamos sempre com uma muda de roupa no saco e num ápice o vestido foi trocado (nem creio que muita gente tenha reparado). O Bruno é que não ficou muito feliz porque muda para as jeans dele não havia...

Mas ela não se mostrava mal-disposta e daí até adormecer foi um instantinho. Portanto, tirando a vomitadela de encerramento, o jantar até correu bastante bem. Tanto que eu e o Bruno até lá voltámos com ela no passado fim-de-semana.

 

E as imagens dessa saída:

Durante o passeio na marina:

À mesa do restaurante:

 

1 minuto antes do desastre:

 

E as imagens da "vaidosice" pré-saída (é favor reparar na pose - olha os pézinhos):  

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Das férias no Algarve: comes & bebes

Terça-feira, 30.08.11

À semelhança dos hábitos de sono, também na área da alimentação a Maria teve direito às suas rotinas. Sendo que o mais consistente nestas rotinas de férias era nada mais nada menos que o chamado "snack". O snack pode ser qualquer coisa entre o pedaço de bola de berlim e a colher de papa d'aveia da avó; o que tem em comum é o facto de ser uma guloseima (se é que guloseima se pode chamar à papa d'aveia... blhec!) fora das horas de refeição. Que, em princípio, eram estas:

  • Pequeno-almoço: 8h00 - leite e bolachinhas ou pão/ croissant
  • Lanche da manhã: 11h00 - iogurte de soja e bolachas Maria (na praia)
  • Almoço: 14h00 (ou quando acordasse da sesta) - sopa com peixe ou carne, e fruta
  • Lanche: 17h30/ 18h00 - iogurte de soja e bolachas Maria/ miolo de bola de berlim
  • Jantar: 20h - sopa com peixe ou carne, e fruta

Parece tudo muito igual, mas a verdade é que, se bem que às vezes não lhe apetecia toda a sopa e fruta, a Maria andava quase sempre com apetite. Então para os lanches nunca faltava. É fascinada por iogurte de soja (de aromas mas também não se importa se for natural) e come qualquer tipo de bolacha. E adora petiscar dos pratos dos adultos... o que quer que seja (sim, mesmo a tal papa d'aveia da avó!).

Dos bebes, não tendo a Maria ainda idade para outros devaneios, apenas a registar um aumento do consumo de água e um crescendo na autonomia com que a bebe (se bem que ainda se engasgue várias vezes).

 

Ei-la, a comer iogurte e a devorar bolachinhas na praia:

 

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Das férias no Algarve: hábitos de sono

Terça-feira, 30.08.11

Não tendo sido exactamente a mesma rotina que manteve nos meses de escola, a Maria também estabeleceu uma rotina de sono bastante consistente durante estas férias algarvias. Ora vejamos:

  • Acordar: entre as 7h e as 8h (normalmente mais perto das 7h, uma bela seca!)
  • Sesta: entre as 12h e as 14h - a hora de início variava, mas era sempre no carro, na viagem de regresso da praia, e durava quase sempre cerca de 2 horas (mas houve dias em que quase chegou às 3, tal o cansaço!) 
  • Deitar: entre as 21h e as 22h (mas a lutar contra o sono...)

Lido assim, parece perfeito, mas a hora de deitar à noite era sempre algo difícil porque ela lutava contra o sono. E só "ficava" se nós pais também fingíssemos que íamos dormir...

Também não posso esquecer os dias em que resolveu acordar às 5 da manhã com vontade de ir "p'á p'áia!". Mas aí a única solução era dar-lhe um leitinho quente, ignorar a tagarelice e rezar por mais umas horinhas de sono... (normalmente resultava).

 

Início da sesta, i.e. Maria no seu estado pós-manhã de praia:

Nota: reparar na perna bronzeada! 

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Das férias no Algarve: o jardim

Terça-feira, 30.08.11

E porque também houve algumas (muito poucas) tardes em que ficámos na piscina, não há piscina sem jardim (neste caso). E o que a Maria mais gostava de fazer era, para além de asneiras (como tentar atirar-se para a piscina dos pequeninos), correr atrás dos passarinhos e dar chutos na bola. Ela via os passarinhos da nossa varanda e depois quando chegava perto começava a correria...

Quanto à bola, posso dizer que a miúda tem jeito! Curiosamente chuta com o pé esquerdo, mas até domina a coisa. Tanto que na praia, uma manhã, deu um baile a um miúdo de 2 anos que se pôs a brincar com ela (Bruno inchado de orgulho... mas pobre pai do miúdo!).

Aqui fica um registo da Maria a correr livremente no jardim (versão karate kid):

 

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Das férias no Algarve: piscinas III

Sexta-feira, 26.08.11

E por fim falo da piscina "tradicional", a qual a Maria visitou algumas vezes nestas férias. Não muitas, porque claramente preferimos a praia (a avó está sempre a dizer que á mais saudável, e é, mas também é mais divertida para a Maria poder brincar). No entanto, sempre que apetecia um mergulho fresco ou que simplesmente a preguiça impedia a logística da saída para a praia, dávamos um saltinho à piscina.

No nosso condomínio (dos avós), existe uma piscina para adultos e outra para a crianças. A Maria divertiu-se igualmente em ambas, se bem que na zona das crianças podemos direccioná-la para a relva, e na zona dos adultos há apenas deck de madeira e temos que a impedir de correr e cair.

Quando íamos à piscina, a rotina era mais ou menos assim:

  1. Maria pede para ir para a água.
  2. Pais põem Maria dentro de água.
  3. Maria ri e "nada" espalhafatosamente.
  4. Maria pede para sair: "Sobe!"
  5. Pai põe Maria no deck.
  6. Maria corre desenfreadamente.
  7. Mãe agarra Maria.
  8. Pai volta à água com Maria.
  9. Maria volta a pedir para subir.
  10. Pai acede.
  11. Maria corre no deck com mãe atrás.
  12. Mãe agarra Maria (again and again).
  13. Pais decidem pôr Maria a correr no jardim (pelo menos não se magoa).
  14. Maria avança em direcção à piscina das crianças.
  15. Maria dá passo em falso para a água.
  16. Pai agarra Maria no último momento e entra com ela na água.
  17. Maria ri (sempre).
  18. Pais esgotados.
  19. Pais deixam piscina.
  20. Maria pede "Mais!", "Água!", "Piscina!" ou "Out'a vez!".

Mas voltamos sempre. Porque se vivem muitos momentos alegres na piscina.

A saber estes tantos (ena tantos!):

 

1. Na piscina dos pequeninos, com a bóia oferecida pelos tios (aqui adorou andar nela):

2. A ser atirada para a madrinha, na água:

 

3. Em quase-voo: 

4. Com os pais, feliz da vida, na piscina dos "grandes": 

5. A fazer splashes com a mãe: 

6. Divertida, a mergulhar com o pai: 

7. Com os avós, num banho de final de tarde (tão juntinhos): 

8. Agarrada pela mãe, depois de correr no deck: 

 

9. Feliz depois de uns banhos de piscina: 

 

Apenas umas considerações finais:

  • Pois é, às vezes também apareço nas fotos!
  • A coisa que a Maria tem na cabeça não é nada fashion (é um lenço "pirata" oferecido pela Avéne) mas dava jeito para não encharcar os chapéus.
  • A camisola da Imaginarium para proteger do sol era muito boa mas difícil de enfiar.
  • As fraldas próprias para banhos de piscina/mar da Dodot (Little Swimmers) não prestam. De facto, não incham como as outras mas também não retêm líquido nenhum (nem o que é suposto). Assim era a mesma coisa que não ter fralda! Pelo que optámos por tê-la sempre de fralda normal com um fato-de-banho por cima, e quando saía da banhoca, trocava por uma seca. Simples.

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Das férias no Algarve: piscinas II

Quinta-feira, 25.08.11

Para além das piscinas referidas no post anterior, temos também as famosas piscinas insufláveis que fazem as delícias dos miúdos e se tornam um pesadelo logístico para os pais. Para solucionar o problema da maré-alta, que muitas vezes impedia a Maria de brincar mais livremente, pais e avós apresentaram 2 soluções diferentes:

  1. Pais: ficavam com a Maria no toldo a coleccionar conchinhas, a fazer formas (traziam água no balde) ou a persegui-la por entre toldos com crianças
  2. Avós: compraram piscina insuflável!

Assim, a partir da segunda semana de praia, a Maria passou a contar com uma piscininha pequenina e colorida para as tardes de maré alta. A coisa só enchia com uns 20 baldes pelo que normalmente ficava apenas a um quarto ou um terço da capacidade (ninguém tem paciência para tanta viagem de baldinho na mão!). Mas isso era água mais do que suficiente para a Maria fazer a festa. Juntava-lhe areia, saltava, mandava água para cima de mim e do Bruno, entrava e saía da piscina a seu bel-prazer.

Assim, embora fosse um frete limpar e transportar a coisa, esta piscina acabou por se tornar bem útil e divertida para a Maria.

 

É vê-la toda contente numa sequência de brincadeira na piscina:

 

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Das férias no Algarve: piscinas I

Quinta-feira, 25.08.11

Existem alguns tipos de piscinas. As que vou mencionar agora não são de água doce, não têm cloro e não brilham em tons de azul. Mas são igualmente refrescantes e divertidas. Ainda que mais trabalhosas...

Como referi anteriormente, na praia a Maria passava muito tempo à beira-mar, principalmente quando a maré estava baixa. E era nessa altura que o pai ou o avô punham mãos à obra e construíam umas belas piscinas. Que, devo assinalar, foram crescendo com o passar dos dias (primeiro eram pequenas poças, depois belas construções). Enquanto o Bruno construía a piscina, eu costumava levar a Maria a uma banhoca ou à cata de conchinhas. Isto permitia ao Bruno focar-se na solidificação das paredes da piscina, coisa que não conseguiria fazer se a Maria estivesse permanentemente a boicotar a coisa.

Quando a piscina estava pronta, a Maria gostava de chapinhar lá dentro, gostava de tentar enfiar a cara (incluindo chapéu) na água (às vezes tentava bebê-la), e gostava que mandássemos a bola para lá para dentro para fazer splash à frente dela. Ficava fascinada se estavam algas a boiar na piscina e tentava apanhá-las e oferecê-las. Também gostava de subir para os "muros" da piscina, obrigando o pai a refazê-los repetidamente, e que eu fizesse forminhas a enfeitar os ditos (que eram rapidamente destruídas também).

Não gostava de uma única coisa na piscina: estar parada. Mas também só estava quando eu precisava da pose para a foto!

 

E, por falar nisso, estas tão giras...

Feliz da vida com a piscininha acabada:

A brincar com a forma da Kitty, sob supervisão do construtor:

 

Com o avô, cansado do empreendimento*, e rodeada de muitas sombras (porque a Maria era sempre a rainha da beira-mar):

 

A chapinhar com os avós:

 

* Reparar sff na tal pá que cedeu à segunda ou terceira cavadela... (esta foi a primeira piscina do avô para a neta)

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Das férias no Algarve: a Maria e a(s destruições na) areia

Quinta-feira, 25.08.11

Pois existe uma actividade não aquática que tradicionalmente se associa à praia no Verão: as construções na areia. A Maria não quer ter nada a ver com isso. Pelo contrário, o que ela gosta mesmo (e está uma perita) é da actividade "destruições" na areia. Tal actividade consiste em tentar nivelar qualquer monte de areia cuja dimensão/ volume/ formato indicie intervenção humana. Podem ser castelos, bonecos, forminhas, montanhas, túneis, barcos... e até podem ser de famílias alheias (!!!), para a Maria têm um apelo irresistível. E o prazer que ela tinha em destruí-los para logo olhar para nós, sorrindo, a pedir "out'a vez!".

Como nos tínhamos esquecido dos baldinhos da Maria em Lisboa (às vezes até parecemos pais desnaturados), os avós compraram-lhe no quiosque da praia um conjunto da Hello Kitty (essa boneca está mesmo em todo o lado). O avô não resistiu e comprou ainda uma pá maior, para as piscinas (que se partiu durante a construção da primeira...).

Devo referir ainda que o pai se manteve fiel até ao fim na tentativa de fazer castelos e barcos (para além das habituais piscinas), que o avô tentou sempre aumentar as dimensões das ditas, que eu e a avó nos fartámos de fazer forminhas e bonecos. Nada sobrevivia na areia muito tempo. A não ser, claro está, a alegria esfusiante da Maria.

 

Fotos da actividade em causa:

A entrar num caminho de castelos, sob o olhar assustado do construtor (Bruno):

A destruir o primeiro castelo (Bruno em stand-by para reconstruir, usando o tal balde da Hello Kitty):

 

Sentadinha num barco de areia intacto (foto tirada num micro-segundo):

 

A começar a explorar a amurada (Bruno em stand-by, mais uma vez):

 

Nota: apesar das tentativas, tenho a dizer que não permitimos (muita ginástica) que a Maria destruísse construções alheias.

Mas é muuuuito desafiante...

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