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De férias! - Fim do round 1

Domingo, 30.09.12

Volto já...em Lisboa!

 

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De férias! - Bom regresso ao trabalho, papá!

Domingo, 30.09.12

Penso já ter dado uma boa noção de como foram as férias da Maria (e nossas) so far. Cheias de banhos de mar, brincadeiras na areia, mergulhos para a piscina. Preenchidas pela família: mimos de avós e padrinhos e brincadeiras com as primas. Com passeios ao fim da tarde e sestas prolongadas. Em Viana e no Algarve.

E se é verdade que eu e a Maria ainda viríamos a ter mais 2 semanas de férias em Lisboa (*), não é menos verdade que o domingo de regresso do Algarve me soube muito a fim de férias. Porque o Bruno voltaria a trabalhar já nessa 2ª feira e, portanto, chegara ao fim o nosso período de férias a três. E, quer queiramos quer não, férias sem ele não têm o mesmo sabor (nem para mim nem para a Maria).

As últimas semanas de Agosto ainda viriam a trazer muitos dias de sol, mimo e alegria {#emotions_dlg.blink}(ver posts seguintes), mas agora era tempo de voltar a contar os dias para mais momentos como estes{#emotions_dlg.inlove}:

 

 (*)Nota: Thank God, eu ainda tinha muitos dias de férias acumulados desde o ano em que estive de licença de maternidade, e assim pude estar com a Maria durante as 5 semanas em que a creche esteve encerrada. Gostava de saber como fazem os outros pais...

 

PS: Adooooro estas fotos da Maria com o Bruno. Tão cúmplices, tão amigos, tão meus.

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De férias! - Jantar de despedida

Sábado, 29.09.12

Também como habitualmente, no último sábado antes do regresso a Lisboa, fomos jantar fora. Todos. A Maria, eu e o Bruno, a tia Nafi e os avós. Também para não variar (e apesar de termos andado toda a semana a dizer que íamos experimentar um restaurante novo), fomos ao italiano da marina de Vilamoura que gostamos muito - o Il Lamparo.

Desta vez não houve incidentes (ver aqui) e tudo correu lindamente{#emotions_dlg.smile}. A Maria comeu um menu infantil de sopa e peito de frango grelhado (com batatas fritas, a sua última perdição) e ainda andou, está claro, a provar dos nossos pratos (do meu não, que era super picante). Apesar de saber (e dizer imensas vezes) que o vinho é "só para os crescidos", deitou-lhe cá uns olhares gulosos (tem-se vindo a repetir)!

No final, a Maria foi dar a habitual voltinha com a avó, e depois seguimos para casa, não sem antes dar um saltinho pelas lojas de acessórios da marina. É que a vaidosice é genética e, se bem que eu não sou muito dessas coisas, a Maria é igual à madrinha e à avó {#emotions_dlg.pimp}(que até já lhe oferecera uns ganchinhos comprados lá, uns dias antes).  

Quando chegou a casa a Maria foi logo dormir. Já era tarde e o domingo seguinte seria o último dia daquelas - óptimas{#emotions_dlg.ok} - férias em terras algarvias.

 

Fotos do agradável serão (à semelhança do ano passado - mais uma vez ver aqui as diferenças):

 

1 - Antes da saída

 

2 - Com o pai e com a mãe na varanda:

  

 

3 - E já no restaurante, com o pai:

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De férias! - Um saltinho a Armação de Pêra

Segunda-feira, 24.09.12

E a meio das férias em Vilamoura, combinámos ir passar um dia com a família do nosso amigo (meu colega) David, que tem uma menina com quase 5 anos e um bebé com 6 meses. O David estava a passar a quinzena em Armação de Pêra e convidou-nos para passar a manhã de praia com eles e almoçar em sua casa.

Chegámos a Armação perto das 10 da manhã e, por sorte - porque o telemóvel do David não tocava! - vimo-lo passar vindo da praça. Já com a Rute e as crianças, rumámos à praia, onde o David deixara os chapéus de sol montados de manhã cedo.

Tenho a dizer que a praia em Armação é mesmo muito diferente da "nossa" praia. Os chapéus cobrem practicamente todo o areal e as pessoas conhecem-se todas. E não há caminhos abertos até ao mar, temos que passar por baixo dos toldos uns dos outros!! O Bruno ficava tão incomodado com isto que ia dar a "volta ao bilhar grande" (aka zona dos desportos) para ir até à água{#emotions_dlg.smile}. A mim o que mais me impressionou foi a falta de espaço para a Maria correr à beira-mar. Simplesmente não dava. O mar banhava outro mar...de gente.

Com estas condicionantes a Maria ficou a brincar com os seus baldinhos debaixo do chapéu de sol. Começou por brincar com a Catarina (a filha do David), mas esta estava com uma amiguinha mais velha e elas depressa se cansaram da presença de uma miúda de 2 anos. Acabou por não se portar muito bem e já fizera umas quantas birras quando saímos da praia, para ir almoçar.

Antes de subirmos ao apartamento do David ainda houve tempo para uns mergulhos na piscina. E essa foi sem dúvida a parte mais divertida para a Maria. Munida da sua bóia nova (esqueceramo-nos da dela - da Barbie - e compráramos uma mais pequena, do ursinho Puff, num quiosque perto), não hesitou um segundo em aventurar-se nas águas mais fresquinhas. E toda a gente a seguiu.

O almoço foi ainda mais fresco! Linguado para a Maria e para a Catarina, sardinhas e carapaus para os adultos, batatas cozidas e saladinha fresquinha. Tudo grelhado nas brasas na varanda do apartamento deles (pobres vizinhos!). E tudo delicioso{#emotions_dlg.tongue}.

Depois do almoço estivemos na conversa e tentámos (sem sucesso) que a Maria adormecesse. Mas a excitação era mais forte e a páginas tantas já não havia quem a conseguisse "domar". Estava mesmo a precisar de dormir e era hora de ir embora.

Agradecemos o óptimo almoço aos nossos convivas e regressámos a Vilamoura. A Maria não resistiu 15 segundos com os olhos abertos, e fez toda a viagem de volta a dormir profundamente. Talvez a sonhar com o extenso areal da Rocha Baixinha...

 

Na piscina do David:

 

Nota: O bebé Tiago{#emotions_dlg.chucha} portou-se sempre tão bem que eu fiquei mesmo impressionada. Mesmo enquanto almoçávamos animados na varanda, ele ficou na espreguiçadeira dele, na sala, super sossegadinho!

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De férias! - Na hora do calor

Segunda-feira, 24.09.12

E se antigamente eu e o Bruno bem podíamos passar um dia inteirinho na praia, desde que a Maria nasceu os nossos dias de Verão dividem-se sempre em manhã e tarde. Durante as chamadas "horas más" de sol, tentamos que a Maria esteja a maior parte do tempo protegida da exposição directa ao sol. Claro que aos 3 meses o cuidado é absoluto{#emotions_dlg.dnd} e entre as 11h e as 17h não íamos à praia com ela. Com 1 ano, as 11h já se estendiam um bocadinho, e agora com 2 anos o mais habitual era sair da praia perto das 13h...

De qualquer forma, íamos sempre para casa à hora do almoço, até para a Maria fazer a sua mui necessária sesta. Quando ela acordava, muitas vezes ficava a brincar na varanda/ terraço até ser hora de voltar à praia ou à piscina. Aí se entretinha com a sua "família feliz" (família de bonecos da Imaginarium) ou então com alguidares de água, tupperwares e afins (fornecidos pela avó). Quando não estava sentadinha a brincar no deck, estava a pedir para a elevarmos para que pudesse ver as pessoas na piscina. Para a Maria, o importante mesmo era estar lá fora{#emotions_dlg.sol}, e a varanda era quase isso. Pelo menos nas horas do calor tinha de ser.

 

Maria e as brincadeiras na varanda:

 

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De férias! - Na piscina

Domingo, 23.09.12

Somos capazes de ter feito menos piscina este ano (do que no ano passado), porque a verdade é que raras eram as vezes que não estávamos na praia, quer de manhã quer de tarde. De qualquer forma, para a criançada (e também para a tia Nafi {#emotions_dlg.blink}), férias não são férias se não houver uns bons mergulhos na piscina! E para a Maria isso é uma grande verdade.

A Maria adorava estar na piscina dos pequenos e adorava igualmente estar na dos adultos; o pior desta igualdade de gostos é que nos obrigava a nós, adultos, a andar sempre de uma piscina para a outra, para a acompanhar.

Na piscina dos pequenos ela preferia andar sem bóia (pois tem pé) e entrava e saía da piscina a seu bel-prazer. Na dos "grandes" ela andava sempre de bóia (e às vezes reforçada com braçadeiras) e, tal como no mar, começou a ganhar muita (demasiada) confiança e adorava "nadar" sozinha. Bom, connosco ao lado, claro, mas sem a agarrar. No fim das férias já conseguia subir as escadas autonomamente.

A piscina dos pequeninos era ainda um grande palco social para os condóminos de palmo e meio, e a Maria ganhou vários momentos de brincadeira com estes amiguinhos. Partilhou brinquedos, splashes e até uma troca de bóias, com um rapazinho que insistiu - para grande desgosto do pai dele {#emotions_dlg.tongue} - em experimentar a bóia da Barbie da Maria, enquanto ela experimentava a dele, do Tom & Jerry.

Numa das tardes "infantis" na piscina dos pequenos, estava a Maria a brincar com um miúdo mais velho, com 4 ou 5 anos. Ele falava com ela e ela respondia, muito despachada. Perante uns chapinhanços mais "avançados", diz o avô João ao rapaz: "Tens que ter cuidado, olha que ela só tem 2 anos." E responde o miúdo, com enorme espanto: "Mas ela fala!!!".{#emotions_dlg.lol}

 

Maria em momentos de pura felicidade "piscineira":

E já muito independente...

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Curtas da Maria II

Quarta-feira, 19.09.12

Como já disse anteriormente, tínhamos o ritual de comer uma bola de berlim (para a Maria era sem creme) antes de deixar a praia, à hora do almoço.

Num dos dias, acabada de sair de uma banhoca de mar, e perante um saco de praia aparentemente vazio, refila a miúda:

- Eu não acredito! As bolas de berlim?!?!

{#emotions_dlg.tongue}

 

Estavam escondidas, mas lá estavam elas:

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Quais piscininhas? Este ano o Bruno construía diques!

Quarta-feira, 19.09.12

Compenetradíssimo, entusiasta, perfeccionista, brioso (como em tudo o que faz), todas as manhãs o Bruno oferecia à Maria uma enorme piscina privativa:

E de tal maneira a coisa ficava apetecível que as outras crianças queriam vir brincar ali...

(a menina de costas é a Inês, que juntamente com o irmão Vasco, veio "nadar" com a Maria){#emotions_dlg.happy}

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De férias! - Na praia

Quarta-feira, 19.09.12

A Maria este ano usufruiu da praia como gente grande.

O ano passado já se divertiu imenso, mas este foi o ano da descoberta dos bons banhos de mar. Se no ano passado era mais ao colo dos adultos, este ano descobriu as braçadeiras, mas fundamentalmente, a bóia{#emotions_dlg.ok}! Com a bóia ninguém pára a Maria. Ela era perninhas cruzadas à frente, ela era bater os pezinhos atrás, ela era simplesmente esperar a onda para sentir o balanço do mar… O que ela adorou as banhocas este Verão! E a água que até nem esteve tão quente como no ano passado (no Algarve).

Normalmente a Maria chegava a praia já com o creme solar posto, pelo que era só tirar o vestido e correr até à beira-mar. Os avós iam dar o seu passeio pela maré baixa enquanto eu e o Bruno ficávamos a brincar com ela. Apanhávamos conchinhas, fugíamos da rebentação e o Bruno fazia piscininhas e construções na areia (para a Maria destruir, claro). Ao fim de um tempo, já com calor, íamos ao primeiro banho do dia.

Quando os avós regressavam do passeio, trocávamos os papéis. Eu e o Bruno íamos passear pela beira-mar (afinal, é o desporto típico do povo português em férias na praia), e os avós ficavam com a Maria. Mais uma vez era uma rodada de brincadeiras na areia seguida de banho de mar. Mais ao fim da manhã, a Maria seguia para o toldo para comer o seu iogurte e o pão/ bolachinhas (que depois se transformou em bola-de-berlim como os “grandes”).

Às vezes ainda havia tempo (e/ ou vontade) para um banho conjunto antes de se sair da praia, já à hora de almoço. O resultado da manhã era sempre uma Maria a cair de sono, 2 ou 3 fatos de banho molhados, um chapéu cheio de sal e muita areia nos pés, nos baldes, na bóia… em todo o lado!

À tarde era mais do mesmo, talvez com uma maior tendência para as brincadeiras na areia. Muitas vezes encontrávamos os tios Manel e Cláudia com a família toda, e a Maria ficava entretida com as primas. A prima Matilde às vezes levava-a a brincar à beira-mar, mas a Maria gostava mesmo era de brincar com a Francisca (prima da Matilde), com os seus baldinhos e formas. Até ensaiou os primeiros toques de raquetes de praia com ela{#emotions_dlg.blink}!

A verdade é que à tarde já não era tão frequente a Maria ir ao banho(*), não porque não estivesse bom tempo mas porque muitas vezes não calhava. Ficávamos todos ali pelos toldos, em conversas, e a Maria brincava no areal. O pior mesmo era impedir que ela fosse para outras paragens, como a piscina do bebé Lourenço, cheia de brinquedos apetecíveis, mas igualmente preenchida por um bebé demasiado delicado para os entusiasmos da Maria.

De manhã ou de tarde, o que é facto é que a Maria não parava um segundo (nem na areia nem no mar), e estava sempre de sorriso estampado na cara, a espalhar charme e energia por toda a praia!

 

Momentos da Maria na areia:

 

Momentos da Maria no mar:

 

Pós-praia:

 -> Ver a diferença aqui.

 

(*) Nota 1: Há imensas pessoas que adoram aqueles banhos de fim de tarde, que são bons é verdade, mas a mim quem me tira as manhãs de praia, com aquele sol que ainda promete tanto dia, tira-me tudo!

 

Nota 2: A Maria não tem absolutamente medo nenhum de estar na água. Mesmo no mar, no meio das ondas, já estava perfeitamente à vontade com a sua bóia, e até pedia para não a segurarmos, pois queria nadar sozinha. Um perigo, é verdade, temos que estar sempre a olhar para ela. Mas é bom assistir a esta relação tão boa com o mar{#emotions_dlg.smile}.

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De férias! - Ah... os avós.

Quarta-feira, 19.09.12

Ah... os avós. Esses monstros do mimo, que se vingam indecentemente do tempo em que éramos nós – os agora pais – as queridas criancinhas que lhes púnhamos a cabeça em água. Uma vingança mascarada de ternura.

A coisa até se gere bem quando é intervalada. Os avós sufocam a criança de mimo extra, a criança acha que pode fazer tudo (e faz), os avós voltam para casa, os pais trazem a criança à (duríssima) realidade, a criança porta-se (razoavelmente) bem.

Agora experimente-se passar 2 semanas de férias inteirinhas com uma menina de 2 anos e os seus avós. Bom, corrijo, a sua avó. E então é mais ou menos assim:

  • Dia 1 – Criança segue a sua rotina como habitualmente. Os pais negam-lhe alguns desejos e outras tantas vontades. Avô negoceia, mas não vacila. Avó cede. Uma vez. Duas vezes. Vinte e sete vezes. Criança sorri e pensa “estou safa”.
  • Dia 2 a 14 – Criança quer avó para tudo e mais alguma coisa, seja pôr o creme solar, ajudar a comer o jantar ou tomar banho (honrosa excepção à secagem do cabelo, actividade para a qual a criança exige o avô).
  • Dia 15 – Criança choraminga por ter de regressar a casa apenas com os pais – aqueles tiranos com uma batelada de regras!

Esta descrição está obviamente hiperbolizada{#emotions_dlg.blink}, mas a verdade é que a Maria, percebendo que a avó lhe satisfazia muito mais vontades do que eu ou o Bruno, passou a recorrer à avó para mesmo quase tudo. Era a primeira pessoa por quem a Maria perguntava quando acordava e era raro não preferir que fosse a avó a vesti-la, penteá-la ou a ajudá-la com as refeições. Era à avó que a Maria pedia aquela bolachinha antes do jantar ou "só mais um" m&m. Foi uma paixão pegada durante toda a estadia no Algarve (é durante todo o ano, mas aqui mais). Era certo e sabido que a cada cinco minutos lá se ouvia um “avóóó”.

Sim, seria mentira se eu dissesse que eu e o Bruno não aproveitámos para descansar mais. Como já contei no post anterior, a avó passava que tempos a contar histórias à Maria, a mostrar-lhe cremes, frascos e tupperwares, a brincar às cozinhas e com as bonecas, a fazer bolinhos de areia. A dar-lhe beijinhos{#emotions_dlg.kiss}. E o avô que tantas vezes se levantou mais cedo para estar com a neta (e eu/Bruno voltava para a cama para mais meia horinha preguiçosa). Ou que a levou à piscina, quando eu e o Bruno estávamos tão sossegados no sofá. Claro que também isto soube bem. A nós, aos avós e à Maria.

 

É claro que, misturado com este sentimento de “estragam-me a filha com mimos”, vem também o nosso obrigado{#emotions_dlg.redflower} aos avós por tudo aquilo que nos deram durante as férias. Mas não seria fiel aos relatos da infância da Maria, que eu quero sobretudo para ela, se não registasse aqui o quão mimada (demais!) ela foi neste Verão. 

 

Passo portanto a descrever um episódio que não posso deixar passar, não só porque ilustra bem estes mimos extra de que falo, mas também porque marca a singularidade do que é ser avó:

Primeiros dias em Vilamoura. A família dirige-se à praia, e paramos no quiosque para comprar uma bóia à Maria. Pego na embalagem da dita (7,5 Eur, uma roubalheira) para ir pagar. A Maria repara num conjunto de baldes, pás, forminhas e etc com a Kitty e Cia. É exactamente igual ao dela, com a única excepção de que este é cor-de-rosa e o dela é roxo. A miúda quer o balde. “Oh Maria mas esse é igual ao teu, já vais brincar com o teu”. A Maria insiste que quer o balde. A avó prepara-se para comprar e levar o balde “Deixa lá, ela gosta tanto.”. “Oh mãe por amor de Deus, é igual ao dela!”. Não se leva o balde igual. A Maria já dispersou a atenção e põe agora a mãozinha num cata-vento de papel em exposição e que custa 3 euros (3 euros por um bocado de papel e palhinha). A avó vinga-se da não aquisição do balde e satisfaz a vontade imediata da neta ao oferecer-lhe o cata-vento colorido. A Maria está toda contente com o cata-vento. Eu estou parva. A minha mãe? A comprar cata-ventos reciclados de 3 euros{#emotions_dlg.amazed}? A minha mãe que não gasta dinheiro em inutilidades? A minha mãe que compra com a cabeça e não com o coração? A minha mãe que não me comprou um blusão Duffy quando todos os miúdos do liceu tinham um? (*)

 

A verdade é que não foi a minha mãe que comprou a pequena inutilidade (e queria comprar uma ainda maior). Não a minha mãe. Foi a avó da Maria. E isso, isso faz toda a diferença.{#emotions_dlg.smile}

 

 

Imagens ternurentas e mimalhas da Maria com os avós...

...e com a tia Nafi, outra providenciadora de doses de mimos extra (ainda que com equilibradas), que se juntou à família no último fim-de-semana das férias grandes:

 

All together now (Maria com sorriso interminável): 

 

 

(*) Nota 1: Ahhh, já tenho o blog há tanto tempo e ainda não tinha falado no meu maior recalcamento de infância…

 

Nota 2: Escusado será dizer que o cata-vento recebeu as atenções da Maria durante 5 segundos… na melhor das hipóteses.

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