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Maria Imelda

Quinta-feira, 21.02.13

No outro dia, embuída do espírito "deixa-me lá organizar as coisas da Maria para ver o que se aproveita para o João", resolvi dedicar-me aos sapatos da miúda{#emotions_dlg.boot}.

Depois de os ter ordenado, deparei-me com um total de 43 pares desde que nasceu até hoje. Bom, e se contar com as pantufas que tinha calçadas na altura e os ténis que estavam na escola, dá pelo menos 45, sendo que me recordo de pelo menos 1 par de sandalinhas que eu sei que ela teve em bebé e que não sei onde andam.

O meu primeiro pensamento foi "Isto são sapatos a mais!". Mas na verdade, se analisarmos bem a coisa, o conjunto é maioritariamente composto por ténis, pantufas várias, botas para o Inverno e Croc's/ havaianas para o Verão. Ou seja, tudo coisas confortáveis para o seu pézinho e com muito uso. E se têm uso é dinheiro bem gasto.

Ao olhar para a imagem, fiquei também com vontade de, para a próxima (que não falta muito, destes 45 já só lhe servem 5{#emotions_dlg.amazed}), lhe comprar algo mais clássico, de menina. Umas merceditas ou umas sabrinas, talvez, para dar com os vestidos?

Mas já sei que se há coisa que não vou resistir é a mais pares de ténis, pois adoro as colecções júnior. Esse é aliás um bónus de esperar um filho rapaz. Há ténis mesmo giros para rapaz, desde os modelos da Timberland aos clássicos coloridos da Adidas.

Ah, e quanto àquilo de ver o que se aproveita para o João, é quase para esquecer. Os únicos modelos que se adequariam são os ténis laranja e azul da Adidas (que os tios CB e Tony ofereceram à Mary no seu primeiro aniversário), e os de ganga escura da Lee (que pedimos à tia Patins para trazer de Londres). Só que os da Adidas foram tão usados pela Maria que, segundo dizem os pediatras, a forma deve ter ficado moldada ao pé dela, tornando-se pouco recomendável para outros pézinhos (especialmente numa fase em que estão a aprender a andar). Como os da Lee foram usados apenas 1 ou 2 vezes, talvez sirvam (hopefully). Ah, e agora que penso nisso, as Crocs turquesa também não ficarão assim tão mal...{#emotions_dlg.blink}

Ok, 2 em 45. Not bad.

 

A imagem dos 43 pares de sapatos que encontrei no armário, tentativamente organizados por ordem cronológica:

 

 

 

Nota: A triagem das roupinhas fica para um outro post. Mas aviso já que o rácio também não é famoso...

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A bênção dos amigos com filhos

Quarta-feira, 20.02.13

É uma realidade que, do nosso círculo de amigos mais próximo (a.k.a. (d)os* melhores amigos que se pode ter), ainda não nasceram (literal e metaforicamente) amiguinhos para a Maria. Mas - thank God! - temos a alegria de ter também amigos com filhos, com quem podemos partilhar aqueles assuntos que só interessam aos “licenciados” na área.

Do meu grupo da faculdade, então, tenho vários. Não nos vemos tantas vezes quanto eu gostaria, mas são as suficientes para que, por um lado, a Maria goste muito de estar com eles (i.e. os filhos deles) e, por outro, possamos trocar as nossas mil e uma histórias mais ou menos engraçadas, mais ou menos desesperantes, e mais ou menos iguais!

É sem dúvida muito bom saber e sentir que não estamos sozinhos nesta aventura da maternidade/ paternidade. Que se pode falar de cinema e fraldas numa mesma conversa e com a mesma ligeireza. Que nos podemos sentir estupidamente felizes só porque a nossa miúda aprendeu a dizer "papá" e "mamã" (é um génio). Que erramos e isso é normal, e que aprendemos com isso. Que afinal as crianças não vão ficar doentes porque ontem não comeram sopa ou fruta. Que queremos pôr os nossos filhos na mesma escola. Que elas já sabem contar até 10 e cantar o “abc”. Saber que os filhos dos outros também fazem birras. E choram e gritam. E acordam às 3 da manhã. E fazem-nos passar vergonhas. E impelem-nos a ir às urgências num domingo chuvoso. Que os filhos nos fazem rir e chorar e amar como não sabíamos possível. E tantas outras coisas que nos enchem metade do cérebro e grande parte do coração.

É, mais do que bom, salutar e necessário, partilhar tudo isto assim, sem constrangimentos, sem palavras meias, com total abertura e reciprocidade.

Para além disso, é óptimo ver a Maria a interagir com esta 2ª geração de amigos. E sorrir porque estão todos contentes a brincar juntos, porque a Maria e o Miguel estão a “passear os bebés”, porque a Maria e a Leonor estão a “cozinhar” um lanchinho para nós.

Lembrar que há dez anos andávamos nos bares da 24 de Julho, de imperiais na mão, e agora estamos nas casas uns dos outros a segurar biberons. A comentar que se calhar qualquer dia são eles a pedir para sair à noite. A receá-lo e a rir. Juntos.

É muito bom ter amigos com filhos. Porque sentimos que, de alguma maneira, também nós avançamos juntos nesta caminhada. Temos um passado comum, um presente partilhado e um futuro cheio de potencial.

É esta a bênção de ter amigos com filhos. É que, quando somos pais, queremos que o Mundo nos oiça, plenos de orgulho nas nossas crias. E, como o Mundo está sempre ocupado, os amigos com filhos são the next best thing. É isso e ter um baby blog.

{#emotions_dlg.star}

*private joke

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A festa do amiguinho Ricardo

Quarta-feira, 20.02.13

O Ricardo é um dos amiguinhos da Maria do meu grupo da faculdade. É um miúdo delicioso (acho que é mesmo esta a expressão), sempre sorridente e irrequieto. Isto para além de ser imensamente giro, com uns olhos azuis lindos (acho que já disse isso para aí umas 20 vezes no blog). E neste domingo o Ricardo completou os 2 anos.

A ideia original era ter os amiguinhos todos a brincar no parque de Miraflores (super bem tratado e bastante grande) e só depois ir lanchar a casa dos nossos amigos Isabel e Ricardo (os pais). Mas o tempo estragou os planos e a festa realizou-se em casa mesmo, o que foi um desafio, pois estavam presentes imensas crianças e bebés. Mas com boa disposição tudo corre bem e assim foi a festa.

Ao princípio, a Maria estava um bocadinho envergonhada e tímida{#emotions_dlg.blushed} porque só conhecia o Ricardinho. Mas pouco depois chegou o Miguel (que também está altíssimo, como ela) e foram os dois brincar. O quarto do Ricardinho, cheio de balões e brinquedos, começava a ficar caótico (pobres pais, imagino o after-party).

Entretanto, chegaram mais amigos nossos e, entre eles, o João e a Joana com os filhos Leonor e Pedro. Para a Maria foi uma enorme alegria, porque adora estar com a Leonor{#emotions_dlg.happy}. Deram logo um abraço e desapareceram lá para dentro misturadas com meia dúzia de outros miúdos.

Na sala, entre bolos e salgadinhos, íamos trocando conversas e também (claro) falando dos miúdos. Neste capítulo, é muito bom saber que todos passamos pelo mesmo e partilhar experiências e opiniões (mais uma vez, tema que deixo para um outro post).

Depois de cantados os parabéns (bolo do Toy Story, uma paixão do Ricardo), as pessoas começaram a despedir-se. No início da festa a Maria havia avisado “Não vou fazer birras, mas vou chorar um bocadinho quando for para ir embora.”. Prometeu, cumpriu{#emotions_dlg.sidemouth}. Mas a coisa resolveu-se muito rapidamente, sem dramas. Ela gosta mesmo de festa…

Claro que chegámos a casa, banho, jantar e cama. E adormeceu bastante depressa, cansada de tanta excitação. Foi um fim-de-semana em cheio!

 

Na festa, com a amiga Leonor:

 

{#emotions_dlg.sol}

Nota: Mais uma vez, as pessoas que não sabiam a idade da Maria ficaram surpreendidíssimas quando eu lhes disse. Tudo acha a Maria enorme (em altura), para além de já ter muito poucas feições de bebé. Às vezes, até mesmo a mim me custa lembrar que ela ainda nem tem 3 anos.

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A festa do pai Bruno e do tio Carlitos

Quarta-feira, 20.02.13

Como o pai e o tio fazem anos com apenas 4 dias de diferença, a festa com os amigos de Lisboa é quase sempre conjunta. Assim, no sábado passado organizámos um almoço com os amigos mais próximos (os que cá estavam), que acabou por se prolongar para lanche e jantar (estes é que são os bons almoços{#emotions_dlg.tongue}!).

O almoço foi na Capricciosa de Carcavelos, que acaba por ser um espaço que serve bem, é relativamente barato e, como está sempre apinhado de famílias, não coloca inconvenientes a alguma algazarra. Foi um almoço divertido, em clima descontraído como se quer. A Maria portou-se bastante bem, embora tenha comido melhor o gelado do que a massa…

Depois do almoço seguimos para nossa casa (20 minutos de sesta para a Maria, uau), onde ficámos à conversa. A Maria aproveitou a onda de gente para ir brincando com os legos (construções enormes com os tios) e aos lanchinhos de bonecas (com as tias). Estava feliz da vida, claro.

O lanche foi sinónimo de cantar os parabéns e abrir o bolo. Porque de facto acho mesmo piada a estes bolos, e creio que os aniversariantes gostam da coisa personalizada, voltei a recorrer ao Bolinhos3D para surpreender o Bruno e o Carlitos. Dois surfistas no relax na praia, um com a sua guitarra e o outro a tocar órgão. Desta vez a praia era de chocolate com recheio de framboesa. Continuamos a preferir o bolo de laranja e chocolate, mas assim variamos.

Claro que, mais uma vez, a Maria ajudou os aniversariantes a apagar as velas, antes de também ela atacar uma bela fatia e “duas cenouras” (era como ela chamava aos pequenos búzios de açúcar decorativos).

E depois foi a sempre divertida “cerimónia” dos presentes, que dá sempre para mandar piadas e rir um bocadinho à conta das particularidades de cada um{#emotions_dlg.sarcastic}. Este ano o Bruno recebeu uma sweat-shirt, umas raquetes de praia das boas (a meias com o irmão – cada um recebeu uma), e ainda uma fabulosa revista sobre a Adolescência dos filhos…

O convívio foi-se prolongando, a Maria continuava com as suas brincadeiras e nós com as nossas conversas, e a certa altura, quando demos por nós, já anoitecera. A tia Patins e a tia Preta já haviam combinado ir ao sushi, mas o resto dos tios alinhou em jantar frangos{#emotions_dlg.lunch} em casa. Assim, os homens foram caçar tratar do assunto à Valenciana (para mim, dos melhores frangos assados), enquanto as mulheres ficaram em casa (não podia ser um quadro doméstico mais tradicional, podia?).

O jantar foi, para não variar, muito animado, e as tias Preta e Patins juntaram-se novamente ao grupo na altura do café. Foi também por esta altura que a Maria começou a dar sinais de estar cansada, sob a forma – claro está – das suas famosas birras de sono. Ficou mais impaciente e exigente, e isso era cada vez mais visível no seu comportamento{#emotions_dlg.confused} (a roçar o inaceitável, para alguns tios, tema que deixarei para um próximo post). Quando se deitou aos berros no chão – a propósito já nem sei do quê – sabíamos que não havia muito mais a fazer senão deitá-la.

Pouco depois, ainda o Bruno estava no quarto com a Maria (que não queria dormir, queria ir ter com os tios, ainda que estando podre de sono), todos se foram despedindo e saindo. É que, parecendo que não, não era só a Maria que estava cansada (e até já tínhamos algumas pessoas de olhos fechados no sofá…).

Um dia que, mesmo podendo ter terminado melhor, foi muitíssimo bem passado{#emotions_dlg.smile}.

 

Imagens da Maria no dia da festa:

 

1. Com os pais na Capricciosa (Ena, apareço na foto! - cortesia do tio Melo)

2. A abraçar o pai, muito carinhosa

3. Construções de Lego com o tio Melo

4. Brincadeiras com as tias Mela e Fuf

 

5. Durante o "Parabéns a você"

6. A assistir à entrega dos presentes (aqui latas de Red Bull para o pai - para as noites que estão p'ra vir{#emotions_dlg.chucha})

 

7. E o bolo personalizado (imagem de bónus)

{#emotions_dlg.gift}

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O dia dos namorados: amor e chocolate

Domingo, 17.02.13

Não tendo planeado nenhum jantar especial para o dia dos namorados (a data era especial mesmo pela eco), quem acabou por vir jantar cá a casa connosco foi a tia Nafi, que até trouxe gelados de chocolate para a sobremesa (um deles era um novo de chocolate e framboesa da Magnum, delicioso!). 

Claro que o assunto principal à mesa foi a notícia da vinda do baby João, e portanto foi um jantar cheio de boa disposição e muitos risos{#emotions_dlg.default}. A Maria estava toda contente por ter a madrinha a jantar com ela, e, apesar de nunca querer ir para a cama cedo quando a Nafi cá está, até adormeceu relativamente rápido.

Nós os três ainda ficámos a ver um filme (bom, "ver" é como quem diz, era de terror) e a conversar, e só depois a Nafi voltou para casa.

Portanto, não tendo sido um serão romântico, foi cheio de amor. Afinal, estive rodeada das minhas pessoas preferidas.

 

Maria {#emotions_dlg.heart} chocolate:

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A eco das 18 semanas: olá João!

Domingo, 17.02.13

Inicialmente, tinha marcado a eco para a manhã de dia 14, mas quando soube que a tia Nafi, por coincidência, também ia ao médico nesse dia, alterei para a hora antes dela (por sorte, havia uma vaga).

Assim, estava quase a família em peso no consultório ao final da tarde, em pulgas para saber 1) se estava tudo bem e 2) o sexo da criança!

É que o Bruno tinha ido buscar a Maria à creche antes da consulta, e portanto também ela lá estava. À partida, ela ficaria com a tia Nafi na sala de espera enquanto eu e o Bruno entrávamos para a eco. Mas a Mary ficou tão indignada quando nos viu entrar sem ela, que também ela entrou. O médico gostou de a rever e foi super simpático com ela, mas ela estava super envergonhada{#emotions_dlg.blushed} e apenas sorria.

Depois da conversa habitual e de nos ter descansado com o resultado do rastreio pré-Natal (e com o médico a aconselhar-me mais repouso), confessámos estar muito curiosos para saber o sexo do feto e seguimos para ver o nosso rebento através da ecografia.

Aí, o médico perguntou à Maria se ela queria um mano ou uma mana, ao que ela respondeu "uma mana" (como sempre). E aí começa ele "Tens a certeza?", "Olha que os meninos também são muito giros para brincar..." (pista 1). Entretanto, lá continuavam as medições habituais. "Parâmetros todos normais. Ele está-se a mexer muito, não deixa ver bem." (pista 2). Nós olhavamos para a TV a preto e branco, expectantes mas já a antever o que aí vinha. "Ele? Será que eu disse ele?" repete o médico. Nós rimos.

O médico ainda tentou que vissemos as imagens em 3D, mas o bebé tinha o cordão à frente da cara e não dava para ver bem. Voltámos às imagens ditas normais. E aí ficámos esclarecidos sobre o porquê de não haver dúvidas sobre o sexo. Até eu, que sou péssima a descodificar ecografias, vi perfeitamente: vinha aí o João{#emotions_dlg.happy}!

O dia dos namorados não me diz grande coisa enquanto data especial, mas a partir deste ano será sempre lembrado como o dia em que soube que esperava o meu filho. Afinal, é mesmo um dia para celebrar o amor.

{#emotions_dlg.heart} 

Nota: Toda a família ficou felicíssima com a notícia da vinda do João (principalmente pai e avôs). Não era segredo que eu gostaria de ter outra menina, mas fiquei muito feliz na mesma, sobretudo com o estar tudo bem com ele.

Quem ainda não está convencida é a Maria. Diz que sim, que vai ter o mano João, mas que vai ter a mana também. E insiste que a mana vem aí (eu espero que um dia ainda venha, mas como explicar-lhe que não é já?). Para já, e mais uma vez mostrando aquela franqueza brutal das crianças, disse que o mano (na ecografia a que assistiu) parecia um monstro...{#emotions_dlg.secret} Pode ser que o próximo DVD já mostre um bebé mais próximo do real. Assim também não estamos a ajudar muito, de facto!

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A nossa família...

Sábado, 16.02.13

É agora assim: 

 

Ou, para os mais distraídos {#emotions_dlg.blink}:

Ver imagem em tamanho real

 

 

 

 

  

(imagem sacada da net)

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Porque o pai também merece!

Terça-feira, 12.02.13

Quem disse que só a Maria é que tem direito a bolos personalizados?

Eu cá sou fã e resolvi fazer (i.e. encomendar, bem entendido) esta surpresa ao Bruno:

Ele  fartou-se de rir, e acho que gostou da surpresa. Aliás, ele e nós todos que a comemos ao lanche. Uma supresa muito doce e saborosa (mais uma vez, de laranja e chocolate, uma combinação que ambos gostamos imenso).

{#emotions_dlg.smile}

 

Nota: Recorri novamente ao Bolinhos3D.

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A festa de anos do pai (em dia de Carnaval)

Terça-feira, 12.02.13

Como o dia de aniversário do Bruno calhou na 3ª feira de Carnaval, a Maria não tinha escola (mesmo que tivesse, não ia por ainda não estar completamente recuperada) e o Bruno tinha o dia off. Eu não tinha, mas tirei-o de férias.

Assim, conseguimos passar um dia altamente descontraído (apesar de super preenchido), com a família (de Lisboa).

Acordámos tarde (a Maria - e nós - conseguiu dormir uma noite tranquila pela primeira vez em vários dias) e tomámos um pequeno-almoço prolongado, entre mimos{#emotions_dlg.kiss} e presentes ao pai.

Finalmente, a Maria pode vestir o seu fatinho de Carnaval (princesa/ Cinderela da Disney), para sair. Estava tão feliz e tão vaidosa!

O almoço foi no Valentino's do Saldanha, com o Carlitos, a Nafi e os avós. O sítio foi óptimo para a Maria sair de casa sem ter de apanhar o ar frio da rua. E óptimo porque todos nós gostamos de italiano. Apesar da (ainda) falta de apetite, a Maria foi debicando o meu bife, o salmão da avó e meia sopa de legumes. E, claro, os profiteroles do Bruno{#emotions_dlg.tongue}!

A Maria ainda esteve a brincar um bocadinho em casa dos avós antes de seguirmos para um lanche em nossa casa. E aí vieram também a Bi, a prima Francisca, e os (bis)avós João e Fifina. A Maria continuava nas suas sete quintas, com atenções a rodos (até recebeu um novo livro da Bi!), tal e qual a princesa que se imaginava.

O lanche decorreu num ambiente muito agradável, com muita conversa, pãozinho quente, e alguns doces. Incluindo um bolo muito especial...{#emotions_dlg.sarcastic}

As velas foram apagadas já por volta das sete da tarde, com a sempre preciosa ajuda da Maria. Muitas palmas para o Bruno, mas desconfio que também muitas para a Maria (consegue sempre ser a estrela da festa cá em casa). E foi cerca das oito que a festinha se deu por terminada.

A Maria até acabou por jantar bem, e cair na cama rápido, de tão cansada que estava.

E agora o Bruno está aqui, a responder às "n" mensagens de parabéns, e (acho eu) feliz com o dia que teve. Desde que estejamos sempre juntos, há-de ser sempre um bom dia{#emotions_dlg.blink}!

 

Imagens do dia de aniversário do pai Bruno:

1 - Um momento doce do almoço

2 - A receber mimos da avó

3 - Ao lanche (falto eu e a Nafi)

4 - A cantar os parabéns

{#emotions_dlg.king}

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Parabéns pai Bruno!!!!

Terça-feira, 12.02.13

No ano passado, “vesti-me” de Maria e escrevi – por ela – a sua mensagem ao pai. Este ano arrisquei e, apesar dos seus ainda 2 anos e tal, procurei que fosse ela a dizer o que eu só imagino.

E no final do dia do aniversário do Bruno (hoje, portanto), foi "isto":

"Gosto muito do meu papá!" (foi ela que escreveu estas palavras no teclado, com a minha ajuda{#emotions_dlg.smile}).

E depois ainda isto: "E dos anos. E do bolo. E não gosto do jacaré." (é de uns desenhos animados...)

Claro que o "isto" dela é muito mais do que estas palavras. E ele sabe.

 

A mim, a mim cabe-me dizer-te que ainda bem que te tenho aqui, como pai da Maria e da criança que está caminho (e de um terceiro?), mas fundamentalmente, como meu marido e homem que eu escolhi para viver ao meu lado toda a minha vida. Seja a celebrar os 35, os 53 ou os 88. Sempre. Sem devaneios de dias quentes em pontes cobertas, a não ser os só nossos{#emotions_dlg.blink}. Parabéns!!

 

O Bruno e a princesa* que lhe mudou a vida, no dia em que ele fez 35 anos:

*Nota: A rainha sou eu, evidentemente.

{#emotions_dlg.inlove} 

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