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Curtas da Maria XIV

Segunda-feira, 27.05.13

Bruno na casa de banho a acertar as patilhas com a máquina de barbear.

Maria passa no corredor e vê o pai a desligar a máquina. Pergunta então:

- Papá, já acabaste de te tosquiar?

{#emotions_dlg.unshaved}

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Almoço no Escaroupim

Segunda-feira, 27.05.13

E depois de um sábado com os (bis)avós João e Fifina, um domingo com a Bi{#emotions_dlg.smile}!

A Bi convidou-nos, e também aos avós, à tia Nafi e a alguns outros tios e primos, para irmos todos almoçar a Salvaterra de Magos, a um restaurante que ela muito aprecia – o Escaroupim. O sítio ainda fica a quase 1 hora de caminho, mas a Maria fez bem a viagem, entretida que ia a conversar com a avó e a tia Nafi (o avô iria lá ter depois, quando terminasse o seu torneio de golf).

O restaurante fica num sítio muito giro, mesmo à beira do Tejo. Mas, mal estacionámos, fomos logo para a mesa, a fome já apertava… e as iguarias eram muitas. Aliás, a Maria comeu lindamente: provou entradinhas, partilhou o meu peixe, devorou mousse de chocolate e inclusive experimentou jaquinzinhos pela primeira vez (que a Bi fez questão de lhe dar a provar). E adorou (comeu logo dois de seguida{#emotions_dlg.tongue})!

A tia Sabrina levara-lhe duas surpresas: uma pulseira colorida da Accessorize, e um chupa-chupa para depois do (farto) almoço. A Maria gostou muito da pulseira, que colocou logo no pulso, vaidosa, mas gostou ainda mais do chupa, acho que nunca comera nenhum… Só não gostou quando o doce se colou aos cabelos (blhac{#emotions_dlg.confused}), mas mesmo assim não desistiu.

Depois do almoço, alguns dos convivas saíram para o exterior e passearam perto dos cais de madeira. Confesso que temi pela Maria (a propensão para a asneira está lá), mas ela andou sempre de mão dada, muito bem-comportada. Primeiro com a Bi, depois com a tia Nafi e os primos, e depois com a avó. A única coisa chata era o vento, que estava fresco… Para a próxima, talvez um passeio de barco venha a calhar!

Despedimo-nos da família pouco depois e a Maria fez toda a viagem para Lisboa a dormir regalada. Só assim é que ganhou energia para passar o resto da tarde a brincar animadamente em casa dos avós (onde fomos ver a final da Taça de Portugal – pobre tia Nafi{#emotions_dlg.benfica}!).

Assim, depois de uma bela tarde de sábado, uma tarde de domingo igualmente em cheio! Obrigada Bi{#emotions_dlg.kiss}!!!

 

Do óptimo almoço:

1 - A mostrar a pulseira nova (efusivamente, daí o estar desfocada)

2 - A comer jaquinzinhos pela primeira vez:

3 - A passear com a avó, saboreando o tal chupa (reparar no outfit betinho - estava amorosa!)

{#emotions_dlg.default}

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Um cheirinho de Verão em Palmela!

Segunda-feira, 27.05.13

Este sábado fomos aproveitar a tarde de bom tempo (sol e calor, uau{#emotions_dlg.happy}!) a casa da tia Fofi, em Palmela. Combinámos com os bisavós aparecer para almoçar, logo depois da aula de natação da Maria. A tia Nafi não quis deixar de aproveitar os petiscos e os mimos dos avós e também se juntou ao grupo.

Para não variar foi uma tarde cheia de bons momentos. Desde o almoço em família (para além dos (bis)avós João e Fifina e da tia Fofi, estava também o tio Manel António), passando pela conversa boa sentados à sombra das árvores e terminando num lanche saboroso…

Para a Maria, sessões de baloiço, pontapés na bola, corridas às cavalitas do pai por entre os salpicos de água da rega, pedaladas na bicicleta (ainda em evolução) e passeios vários! Passeios com a madrinha e a tia Fofi para ver os buracos das toupeiras, com o (bis)avô para dar comida aos pássaros e com a (bis)avó para visitar o Pelé. Ou seja, nem um minuto de descanso…

Deste sábado soalheiro, três coisas que não posso deixar de registar:

  1. O chantilly do avô João (que delícia!), que deixou toda a gente a babar{#emotions_dlg.drool}. Os morangos eram docinhos, mas aquele chantilly foi o rei da sobremesa!
  2. A (saudável) discussão entre Maria e tia Nafi sobre os clubes de cada uma: a tia Nafi tentava convencer a afilhada que o Benfica é que era bom; a Maria teimava que o Benfica era "cocó" e que o Sporting é que era bom. A certa altura, e perante a insistência da madrinha, a Maria olha para ela com um misto de reprovação e pena, e remata "Ohhh tia Nafi...". De rir.
  3. A impagável cara da Maria quando reparou que o tio Manel António se tinha sentado na cadeira de jardim que a (bis)avó Fifina lhe destinara originalmente… Ficou com a boca aberta, entre o espantada e o ofendida{#emotions_dlg.amazed}, e preparava-se para fazer uma bela fita. O que vale é que ali em Palmela há sempre muitas distracções e a coisa passou-lhe rapidamente. Mas aquela cara dela deixou-nos a rir um bom bocado!

Regressámos a Lisboa pouco antes das sete, a Maria estava muito cansada e já dava sinais de birra de sono. Claro que ela não queria vir embora, mas o (bis)avô lembrou-a que para a próxima já era capaz de montar a piscina (isto se S. Pedro colaborar). Mas mesmo sem piscina, esta tarde já foi um belo aperitivo de Verão{#emotions_dlg.default}!

 

Momentos divertidos em Palmela:

1 - Altos voos no baloiço (todos de chapelinho, que responsáveis!)

2 - A ver os montinhos de terra deixados pelas toupeiras

3 - A fugir dos salpicos da rega

4 - Em treinos na bicicleta (mas dar a volta completa é ainda difícil)

 

5 - A alisar a terra que a D. Toupeira "deixou"

{#emotions_dlg.sol}

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Mãe em Barcelona, Pai em estudo intensivo, Maria com os avós

Segunda-feira, 27.05.13

No sábado, 18 de Maio, a nossa família nuclear andou muito independente… Dado que eu estava em Barcelona, em trabalho, e o Bruno estava em clima de estudo intensivo, pedimos aos avós que passassem o dia com a Maria. Eles gostam de mimar a neta, e ela gosta ainda mais de ser mimada por eles{#emotions_dlg.blink}.

Esteve um dia bastante feio, mas mesmo assim os avós arriscaram levar a Maria até ao parque do Alvito. Não ficaram muito tempo porque começou a chuviscar (Really? Já não tivemos Inverno suficiente?), mas ainda deu para a Maria se divertir. Aliás, para a avó, a Maria divertiu-se até demais, ela não ganhou para o susto quando viu a Maria escorregar num dos tubos de cabeça para baixo*! Aparentemente a miúda tinha visto um rapaz mais velho a experimentar a proeza e não tardou a imitá-lo…{#emotions_dlg.amazed}

Já em casa dos avós estiveram a brincar com água (uma das coisas que a Maria mais adora) até eu ligar a dizer que chegara, já quase de noite. A Maria quis logo voltar para casa. Aparentemente, e apesar de terem sido só 2 dias, ela tinha tantas saudades minhas quantas eu tinha dela. E foi por isso que passámos o domingo em brincadeiras e mimos exclusivos, só as duas (pai no escritório, a gastar os últimos cartuchos do estudo)! Soube mesmo, mesmo bem…{#emotions_dlg.inlove}

 

*Nota: a avó passou a semana seguinte a inventar brincadeiras com Nenucos em que estes iam ao Hospital com a cabeça partida por terem descido no escorrega de cabeça para baixo{#emotions_dlg.lol}.

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Consulta dos 3 anos

Domingo, 19.05.13

Foi na última 5ªfeira à tarde, uma remarcação, já que eu, mãe desnaturada (ou só esquecida, à conta dos neurónios partilhados), não me lembrara da consulta original, marcada para há duas semanas atrás{#emotions_dlg.blushed}.

Não foi por causa disso, mas a verdade é que nunca esperámos tanto na sala de espera (cerca de quarenta minutos, em que a Maria andou a tossir para cima das aos pulos com outras crianças). O médico depois esclareceu que o paciente anterior era autista e demorara mais tempo com ele do que era possível prever.

De qualquer forma, a consulta da Maria correu bem e fomos muito bem atendidos, como habitualmente. O pediatra observou e auscultou a Maria e disse que, tirando a tal laringite, ela estava óptima. Disse que a hérnia umbilical era de facto pouco notória, mas que efectivamente existia, e que a Maria terá de ser operada antes de engravidar (o que, neste momento, me parece um futuro muito distante...). A Maria sorriu durante toda a observação, ainda estava meio tímida.

Depois foi medida e pesada. 101,2cm e 14,2Kg de gente! A altura média dos 4 anos e o peso certo para a idade. A elegância do costume, portanto{#emotions_dlg.smile}.

Eu e o Bruno fomos falando com o pediatra sobre as nossas dúvidas e, enquanto isso, a Maria foi perdendo a timidez e já cirandava pelo consultório a fazer comentários (e a impacientar-se).

Principais coisas a reter da conversa com o médico:

  1. As birras são naturais e vão piorar quando o João nascer.
  2. Temos cerca de 1 mês para lhe tirar a fralda da noite definitivamente... ou isso ou se o João nasce entretanto, é provável que depois não as deixe tão cedo (o pediatra disse mesmo "depois é aos dois ao mesmo tempo{#emotions_dlg.serious}!". Medo...).
  3. Agora que tem 3 anos, devemos marcar-lhe uma consulta oftalmológica, só para assegurar que está tudo OK com a visão.
  4. Finalmente, devemos ignorar os tais comentários das educadoras sobre as "consultas de desenvolvimento". A Maria está no patamar de desenvolvimento certo para a idade, é apenas uma criança com muito mimo (típico dos filhos únicos). Coisas como o "rasgar o papel de determinada maneira" ou "subir as escadas com mais receio" não querem dizer nada de especial nesta idade. Também não me pareceu que o pediatra tivesse muito boas experiências com educadoras, pois disse já ter ouvido coisas mirabolantes{#emotions_dlg.amazed}. E ainda acrescentou com ironia que tivemos sorte em não nos terem recomendado psicólogos privados caríssimos... Parece que é comum.

Relativamente a receitas, para além dos medicamentos para a laringite, trouxemos ainda o Bronco-Vaxom, para fazer como prevenção para o próximo Inverno, e um desparasitante para eventuais lombrigas (para quem anda em infantários).

Uma boa notícia para terminar a consulta: o pediatra não tem vagas, mas "inventa-as" para os irmãos dos actuais pacientes. Assim, quando o João nascer, tenho de lhe ligar (directamente e não através do Hospital), para que ele se possa tornar o pediatra do João{#emotions_dlg.ok}. A única coisa chata é que o médico estará de férias no início de Julho, pelo que as primeiras consultas provavelmente não serão com ele.

Saímos do consultório contentes com a nossa Maria tão saudável e crescida. A próxima consulta de rotina dela é só em Outubro. Mas antes disso ainda teremos umas quantas... do irmão{#emotions_dlg.chucha}!

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Mais um TPC: "A tua casa"

Domingo, 19.05.13

Mais um TPC a seis mãos.

Desta vez, eu e o Bruno seleccionámos, cortámos e colámos a fotografia com as nossas caras, a Maria desenhou-nos os corpos (sob a minha supervisão mas com pouca ajuda) e eu legendei a coisa, para mais tarde recordar.

Foi um trabalho engraçado, primeiro pela escolha das cores da Maria (laranja para mim, rosa para ela - claro! - e azul para o pai; eu dei uma ajudinha com a cor do João (verde), ela queria castanho{#emotions_dlg.sidemouth}...) e depois por poder vê-la a desenhar os nossos corpos já com alguma intencionalidade. Para ela, as barrigas são todas coisas redondas, e os braços e pernas são riscos compridíssimos. E ela desenha os pés sem estarem ligados às pernas, não sei bem porquê{#emotions_dlg.tongue}.

Depois de nos desenhar (que era o objectivo do TPC), a Maria ainda insistiu em continuar a sua "arte", fazendo uns fumos na chaminé, uns riscos no telhado e uma cara no Sol.

Lá a convenci de que já estava perfeito, para que não começasse a desenhar por cima de "nós". E foi uma Maria toda orgulhosa do seu desenho que o entregou no dia seguinte às educadoras.

O Bruno diz que era dos mais giros (os desenhos ficam expostos no corredor, à porta da sala). Há sempre alguns trabalhos totalmente feitos pelas crianças, e outros onde é visível que só os pais lhes mexeram (isso eu não entendo{#emotions_dlg.no}). Eu e o Bruno preferimos assim: entregamos à Maria a maior parte do "TPC", mas gostamos de participar. Sempre com ela.

 

Acho que um dia ela vai gostar de (re)ver este{#emotions_dlg.smile}:

1. O TPC por fazer:

 

2. Terminado!

{#emotions_dlg.star}

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Constipada, claro!

Domingo, 19.05.13

Tardou, mas não se safou... Estas alterações súbitas de temperatura (num dia estão 27ºC e sol, e dois dias depois 16ºC e chuva) são implacáveis com as crianças, que deixam de poder brincar ao ar livre e voltam às trocas de vírus indoor{#emotions_dlg.snob}.

Assim, a tal febre baixinha (entre 37º e 38ºC) da Maria continuou a aparecer durante uns dias, a espaços irregulares (não muito curtos), e depois de uma visita aos Lusíadas para despistar, soubemos que não era nada de especial. Só que, terminada a febre, veio a tosse e o nariz ranhoso. Com este último lida-se razoavelmente, agora a tosse é péssima porque não a deixa dormir descansada e depois anda rabugenta todo o dia{#emotions_dlg.mad}.

Como a Maria teve a consulta dos 3 anos na última 5ªfeira (ver post "Consulta dos 3 anos"), aproveitámos para o médico a auscultar e prescrever os medicamentos certos. Assim, lá viemos nós com o diagnóstico de laringite e uma receita para Aerius e Celestone. Eu não acredito muito nos efeitos do primeiro, mas o último sei eu que lhe acaba com a tosse em três tempos. E, de facto, hoje, domingo, está incomparavelmente melhor{#emotions_dlg.ok}!

Mas, bolas, que o bom tempo venha para ficar!

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Praia com a amiguinha Leonor

Domingo, 19.05.13

No domingo, contrariando a caca de tempo que tem estado esta Primavera, davam uma máxima de 27ºC em Lisboa. Assim, decidimos que iríamos passar a manhã à praia de S. João para aproveitar o sol e o calor{#emotions_dlg.sol}.

Mas desta vez a ida a praia teve um bónus: é que fomos acompanhados dos amigos João e Joana, e dos amiguinhos Leonor e Pedro. Quando a Maria soube que a Leonor também ia, ficou super feliz da vida. E mal chegámos à praia (uns dez minutos antes deles), só procurava por ela.

A praia de S. João antes das 10h não tem practicamente ninguém (agora...) e escolhemos um bom sítio, perto do mar. Pena que a praia ainda não foi convenientemente limpa e o areal ainda está cheio de "lixo" (é mais paus e assim, mas também se vêem caricas e coisas menos naturais{#emotions_dlg.annoyed}).

Montámos "acampamento" (as tralhas vão crescendo com a família) e passado um bocadinho chegaram os amigos.

A Maria começou logo a trocar baldes e pás com a Leonor, e estiveram sempre lindamente a brincar juntas. Foram até à beira-mar, fizeram castelos e "comidas" de areia, rebolaram e trocaram lanchinhos (literalmente{#emotions_dlg.blink}!). E, como a Leonor não gosta particularmente do mar, desta vez a Maria ficou mais tempo "em terra", o que nos descansava mais.

O Pedro, que está com 10 meses, portou-se muito bem (estava entretido a provar areia) e deixou os adultos conversar à vontade. Só não gostou de molhar o pézinho na água fria... E eu pude treinar um bocadinho para o próximo Verão, já que o nosso João vai também ter cerca de 10 meses para o ano, por esta altura{#emotions_dlg.chucha}.

Pouco depois do meio-dia decidimos que estava na altura de regressar a casa, para os almoços e sestas das crianças. A Maria e a Leonor não queriam vir embora, claro, tivemos de prometer novo encontro para breve. Enquanto arrumávamos as coisas, ainda estivemos um bocadinho à conversa com os tios Marta e Lima, que também não dispensam S. João sempre que está bom tempo.

Foi uma óptima manhã de praia (melhor só se a água estivesse menos fria) e com excelente companhia{#emotions_dlg.smile}! A repetir!

 

Alguns momentos da manhã na praia:

Eu em treinos para o próximo Verão:

{#emotions_dlg.happy}

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Ida ao Oceanário

Domingo, 19.05.13

Não sabemos o que despoletou o interesse súbito, mas durante uns dias a Maria não falava de outra coisa que não ir ao Oceanário. Já lá fora com os avós, no Outono passado, mas agora, uns meses mais velha, de certeza que iria apreciar mais. Aliás, todos os dias ao jantar perguntava se já era fim-de-semana para poder ir ver os peixinhos e os tubarões ao Oceanário (e nós a aproveitar o entusiasmo para a "obrigar" a portar-se bem{#emotions_dlg.blink}).

Quando, finalmente, sábado chegou, e depois da natação e da sesta*, lá fomos nós. O Bruno ficou a estudar (está quase!), mas os avós e a tia Nafi vieram buscar-nos, a mim e à Maria.

Estava uma tarde de sol, mas muito ventosa, especialmente na zona da Expo. Entrámos no Oceanário rapidamente, e logo estacámos à frente do tanque central. A Maria estava maravilhada, e não tardou a sentar-se para ver mais calmamente todos os "protagonistas". Cardumes de peixes pequeninos, peixes coloridos, raias, o horrivelmente atraente peixe-lua e, claro, os tubarões. A Maria adorava ver os tubarões a passar perto dela. Ria-se e dava pequenos pulos de entusiasmo{#emotions_dlg.happy}.

Continuámos o percurso, com tempo, parando o suficiente em cada lugar para a Maria poder ver os animais. A Maria gostou muito dos pinguins, das simpáticas lontras (são mesmo engraçadas!) e da zona tropical, mas sem dúvida que o seu spot preferido foi o tanque central (de várias perspectivas). Aliás, quando chegámos ao fim do percurso, quis voltar a uma das zonas do tanque central onde se via melhor os tubarões. Só não achou particular piada aos tanques mais "específicos" (nos corredores escuros) que contêm espécies mais pequenas e exóticas.

Ao fim de 2 horas (tempo que achei óptimo para uma miúda da idade dela), começou a dizer que queria ir embora e lanchar. Uma passagem pela casa-de-banho (a Maria não gosta de casas-de-banho públicas, não sei se hei-de ficar contente ou chateada{#emotions_dlg.confused}) e saímos.

Como em quase todos os museus e afins, a saída do Oceanário obriga-nos a passar pela loja própria. Ao ver as filas de peluches e bonecos coloridos, temi o pior. Agarrei na mão da Maria e dirigi-me quase em corrida até à saída, mas não houve stress. A Maria queria mesmo sair para lanchar. Só que, quando chegámos cá fora, e depois da avó dar à Maria um Kinder Delice (a Maria adora este bolo, que sabe que só recebe da avó), reparámos que alguém ficara retido na loja...claro, a tia Nafi{#emotions_dlg.lol}!

Enquanto esperávamos pela tia Nafi, aproveitámos para tirar umas fotos da Maria com o Vasco, a mascote do Oceanário. Entretanto, a madrinha saiu da loja e ofereceu à Maria uma t-shirt azul com um "tuba" (é assim que o avô chama aos tubarões) para assinalar a visita. E ainda trouxe uma caneta para o Bruno, com pena dele por estar a estudar em vez de estar ali a divertir-se com a família. É shopaholic, mas é uma shopaholic muito generosa, esta tia Nafi!

Acabámos por ir para casa dos avós, onde jantámos já com a presença do pai, que aproveitou para vir ver um jogo de futebol na TV com o avô. Chegámos a casa já tarde, com uma Maria cansada (meio a dormir) mas muito contente pela tarde no Oceanário. Obrigada avós{#emotions_dlg.kiss}!

 

Algumas fotos da visita (via telemóvel e sem flash...):

1. Party of 5:

2. Na zona tropical com os avós:

 

3. Maravilhada a ver os tubarões, e com o seu "tuba" de brinquedo na mão:

 

4. Uma montagem improvisada by tia Nafi{#emotions_dlg.sarcastic}:

 

5: Com o Vasco, toda sorridente:

 

 

*Nota: Quando acordou da sesta, a Maria estava um bocadinho febril. Mas arriscámos a levá-la ao Oceanário na mesma, porque achámos que ia fazer-lhe pior ficar em casa cheia de pena de não ir. E, de facto, esteve óptima durante todo o resto do dia... 

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Cenas domésticas que me fazem feliz #2

Sexta-feira, 10.05.13

Abrir uma embalagem nova de champô{#emotions_dlg.smile}

O engraçado é que, nesta gravidez então, a minha "paixão" por sentir o cheiro de um novo champô aumentou. Se, na gravidez da Maria, o meu único desejo foi tomate, na do João a coisa anda mais repartida. Ele é morangos, é chocolate (ainda mais, o que era difícil)... e é champôs.

 

Um exemplo:

Nota 1: Um dos champôs é de cacau... satisfação dupla!

Nota 2: Sim, são champôs infantis, mas eu é que os uso. A Maria usa a gama da Klorane, é tão fina{#emotions_dlg.blink}.

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